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Veja com a Equipe A: Expositor de carne natural: Perigo!

Atualizado: Out 15


O expositor de carne natural é frequentemente utilizados na área alimentícia, principalmente quando o alimento é vendido à granel e diretamente ao consumidor final.

Desde que os produtos não sejam perecíveis ou que o próprio fabricante determine que possam ser expostos à temperatura ambiente, não há problema utilizar este método de exposição. No entanto, quando o produto em questão é uma carne é necessário um pouco mais de cuidado.


Cuidados com a carne

As carnes não podem ficar mais do que 2 horas expostas a temperaturas acima de 7º.

O Brasil é um país tropical e seu clima é predominantemente quente. Assim, deixar uma carne sem a refrigeração adequada fará com que ela se deteriore mais rapidamente.

A carne é um produto com validade variável e que a qualidade depende da maneira como é conservada. Se estiver congelada, por exemplo, a validade é muito maior que a carne refrigerada.

Sendo assim, manter a carne em temperatura ambiente e num expositor natural é sinônimo de perigo!

Mesmo que o produto seja vendido no intervalo de 2 horas, o risco assumido pelo estabelecimento é altíssimo e pode trazer muitos – e sérios – prejuízos!

Entenda um pouco mais sobre os potenciais riscos das carnes naturais mal refrigeradas e veja mais sobre equipamentos necessários para um açougue no nosso blog.


Perigos do expositor de carne natural

Em primeiro lugar, é importante ressaltar que o expositor natural não é indicado para carnes, uma vez que não proporciona as condições necessárias para a conservação do alimento, fazendo com ele estrague mais rapidamente.

Dito isso, vale destacar que tal ação ainda oferece vários riscos:


Risco à saúde do consumidor

Esse é o risco mais eminente do expositor natural.

Quando a carne fica muito tempo sem a devida refrigeração apresenta sinais de que está estragada, pois tem alteradas a sua textura e cor.

Em alguns casos, a carne começa até a cheirar mal e, neste ponto, não deve sob hipótese alguma ser vendida, pois já está com aproximadamente 1000 vezes mais bactérias que o necessário para fazer alguém passar mal.

Comer carne estragada pode causar intoxicação alimentar e bacteriana e, inclusive, levar a pessoa à morte.


Perda financeira

Quando falamos em perdas financeiras pelo mau armazenamento de carnes pensamos logo no prejuízo da carne estragada que não poderá ser vendida.

Tal situação é verdadeira, mas há ainda outra perda financeira que pode ser muito maior: os processos e indenizações por intoxicação alimentar.


Risco à imagem do estabelecimento

Sem dúvidas, vender uma carne estragada trará inúmeros prejuízos para a imagem do estabelecimento.

Situações como esta comumente se tornam notícia e isso pode impactar significativamente nas vendas, resultando em alguns casos no fechamento do local pela vigilância sanitária.

Ninguém se sente seguro em comprar num estabelecimento que já causou problemas à saúde, ainda que pequenos. Ou seja, a confiança é abalada e ela é extremamente importante na área alimentícia.

A importância da refrigeração adequada

Como vimos, carnes podem se estragar com muita facilidade. Por isso, é indispensável que o estabelecimento aposente de uma vez por todas o expositor natural e procure imediatamente um expositor refrigerado.



Fonte: Blog da Norte

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